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Outubro Rosa e a importância do autocuidado

Conscientizar é o primeiro passo para prevenir o câncer de mama

Por: Setor de comunicação | 17/10/2022, às 11:30

O câncer de mama é uma doença silenciosa: pode não apresentar dor no início e não há uma causa única para os fatores de risco – e é o tipo de câncer que mais acomete mulheres em todo o mundo. A boa notícia é que, segundo o Instituto Oncoguia, o diagnóstico precoce aumenta em 95% a chance de cura em estágio inicial,

Neste Outubro Rosa, o Core-SP convida a você para a apostar em conhecimento e autocuidado para se prevenir! A campanha mensal, que faz parte do movimento internacional, busca compartilhar informações preventivas, promover a conscientização sobre o câncer de mama e contribuir para a redução da mortalidade.

O movimento vai além, afinal, há todo um ecossistema por trás dessas demandas, que pauta a luta por um tratamento de qualidade, com acesso a serviços de diagnóstico, atendimento médico, tratamento e suporte emocional. O câncer acompanha uma série de emoções, mas com o devido apoio, o processo pode ser menos solitário e doloroso.

Encorajar as mulheres a realizarem seus exames é uma prioridade, em especial, no pós-pandemia: de acordo com a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), das 11,5 milhões de mamografias que deveriam ter sido realizadas no ano passado, apenas 2,7 milhões foram feitas.

O número é alarmante, visto que entre 2020 e 2022, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 66.280 novos casos no Brasil, com uma ocorrência média de 61 a cada 100 mil mulheres. Outro ponto de observação é que as maiores taxas de incidência e mortalidade estão nas regiões Sul e Sudeste do país.

O que é câncer de mama?

Trata-se de um tumor resultante da multiplicação de células anormais no tecido mamário. Alguns trechos das moléculas de DNA são alterados, gerando um cisto. Há vários tipos de câncer de mama, alguns evoluem rapidamente, outros não; mas no geral, o INCA reforça que a maioria dos casos tem boa resposta ao tratamento, principalmente quando diagnosticado no início.

O que causa?

Não há uma causa única para o câncer de mama. Diversos fatores hormonais, ambientais, comportamentais e genéticos aumentam o risco de desenvolver a doença. Entre eles, vale citar o histórico familiar, o envelhecimento (em especial, a partir dos 50 anos), consumo de álcool, excesso de peso, atividade física insuficiente e exposição à radiação ionizante.

Quais os principais sintomas?

Caroço (nódulo) geralmente endurecido, fixo e indolor; pele avermelhada ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo) e saída espontânea de líquido de um dos mamilos; podem aparecer pequenos nódulos no pescoço ou na região embaixo dos braços (axilas).

É importante frisar que essas alterações precisam ser investigadas o quanto antes, mas podem não ser câncer de mama.

Como é possível reduzir o risco?

A mamografia – radiografia das mamas feita por aparelho de raio-x – é o principal método de rastreamento, mas ela apenas levanta a suspeita: a confirmação é feita pela análise laboratorial de uma pequena parte da lesão, retirada por meio de biopsia. É recomendável que mulheres de 50 a 69 anos realizem periodicamente.

O autoexame não substitui o exame clínico realizado por um profissional de saúde treinado, mas é fundamental na ajuda do reconhecimento do próprio corpo, uma vez que é a própria mulher que apalpa os seios. Caso observar alguma alteração, buscar imediatamente o serviço de saúde é imprescindível.

O autocuidado vai além da estética: é ter ambos corpo e mente saudáveis, com hábitos de saúde como parte da rotina diária, que previnem várias doenças, inclusive o câncer: ter uma alimentação saudável e equilibrada, praticar atividades físicas, manter o peso corporal adequado, evitar o consumo de bebidas alcóolicas e não fumar.

Conheça a origem do Outubro Rosa

O movimento acompanha a criação do símbolo da prevenção ao câncer de mama, no início da década de 1990, quando a fundação Fundação Susan G. Komen for the Cure distribuiu laços cor-de-rosa aos participantes da primeira Corrida para Cura, realizada em Nova Iorque (EUA) e promovida anualmente desde então.

No Brasil, a primeira ação ocorreu em 2002, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, com a iluminação cor-de-rosa do Obelisco Mausoléu ao Soldado Constitucionalista. Em 2018, a Lei n° 13.733 instituiu o mês de conscientização sobre o câncer de mama, tornando mais frequentes atividades como:

I – iluminação de prédios públicos com luzes de cor rosa;

II – promoção de palestras, eventos e atividades educativas;

III- veiculação de campanhas de mídia e disponibilização à população de informações em banners, em folders e em outros materiais ilustrativos e exemplificativos sobre a prevenção do câncer, que contemplem a generalidade do tema.

 

Para saber mais, recomendamos a leitura da cartilha “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?” do Instituto Nacional de Câncer (INCA)



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